Quando o sacerdote celebra o sublime e temível Sacrifício, os Anjos assistem-no, e, em coro, elevam a voz para cantar a glória d’Aquele que se imola sobre o altar. Neste momento, não oram somente os homens, mas os próprios Anjos dobram de joelhos ante Deus e intercedem por nós; e esta oração dos Anjos é mais poderosa do que a nossa. É o tempo propício, pois, o Santo Sacrifício está ao dispor destas potências celestes. Entretanto, unidos os nossos rogos aos dos Anjos, os nossos pedidos atravessam as nuvens e são mais facilmente ouvidos do que se tivéssemos orado em casa, sozinhos.
quinta-feira, 17 de abril de 2025
Como os Anjos oram por nós durante a Santa Missa
Quando o sacerdote celebra o sublime e temível Sacrifício, os Anjos assistem-no, e, em coro, elevam a voz para cantar a glória d’Aquele que se imola sobre o altar. Neste momento, não oram somente os homens, mas os próprios Anjos dobram de joelhos ante Deus e intercedem por nós; e esta oração dos Anjos é mais poderosa do que a nossa. É o tempo propício, pois, o Santo Sacrifício está ao dispor destas potências celestes. Entretanto, unidos os nossos rogos aos dos Anjos, os nossos pedidos atravessam as nuvens e são mais facilmente ouvidos do que se tivéssemos orado em casa, sozinhos.
terça-feira, 15 de abril de 2025
A Santa Missa é a maior alegria dos Santos
A Santa Missa é a maior alegria da Mãe de Deus
segunda-feira, 14 de abril de 2025
A importância da Santa Missa...
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
«De onde Lhe vem tudo isto? [...] Não é Ele o carpinteiro, o Filho de Maria?» (Comentário por São Boaventura)
O Senhor Jesus, regressando do Templo e de Jerusalém a Nazaré com seus pais, viveu com eles até aos trinta anos «e era-lhes submisso» (Lc 2,51). As Escrituras não nos dizem o que Ele fez durante todo este tempo, o que é bastante surpreendente. [...] Mas, se olharmos com atenção, veremos claramente que, não fazendo nada, fazia maravilhas. Com efeito, todos os seus gestos revelam o seu mistério. E, assim como agia com poder, também Se calou com poder, permanecendo recolhido na obscuridade com poder. O Mestre soberano, que veio ensinar-nos os caminhos da vida, começa desde a sua juventude a fazer obras poderosas, mas de uma forma surpreendente, incógnita e inconcebível, parecendo aos olhos dos homens inútil, ignorante e a viver no opróbrio. [...]
Fonte: Evangelho Quotidiano
sexta-feira, 11 de agosto de 2023
Lei dolorosa, lei de vida! - Beato Maria Eugênio do Menino Jesus
![]() |
| Beato Maria Eugénio do Menino Jesus (1894-1967) carmelita, fundador de Notre Dame de Vie |
Nosso Senhor diz-nos: «Se não fizerdes penitência, perecereis todos» (Lc 13,3) - lei verdadeiramente austera. Jesus especifica a qualidade do esforço que exige: «O Reino de Deus sofre violência e só os violentos o arrebatam» (Mt 11, 12). Todos os discípulos de Cristo devem, portanto, ser pessoas violentas, porque o preceito formal do Mestre não pode ser cumprido sem fazermos violência a nós próprios: «Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me» (Mt 16,24).
Por isso, não há outro caminho de subida para Deus senão o caminho do Calvário, tão amargo e sangrento como a subida do Carmelo. Aos discípulos de Emaús, ainda escandalizados com o drama do Calvário, Jesus pergunta: «Não era necessário que o Filho do Homem sofresse antes de entrar na glória?» (Lc 24,26), proclamando a lei que impôs a Si próprio e que também eles terão de suportar, pois «o discípulo não está acima do Mestre. Se o mundo Me odiou, também vos odiará a vós; se Me perseguiu, também vos perseguirá a vós. [...] Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos» (Mt 10,24.16; cf Jo 15,18.20) Esta lei dolorosa é uma lei de vida [...].
Queremos esquecer que Cristo Jesus não anunciou outra vitória senão a da cruz do Calvário, outra vingança sobre os seus inimigos senão a do dia em que virá sobre as nuvens do céu com a sua cruz para julgar os vivos e os mortos. Nesse dia, só triunfarão com Ele os que tiverem passado pela grande tribulação e tiverem sido purificados com o sangue do Cordeiro (cf Ap 7,14).
Ascese Teresiana
Fonte: Evangelho Quotidiano
sexta-feira, 17 de março de 2023
As armas do cristão contra o demónio - Por São João Maria Vianney
Um cristão que usa santamente a oração e os sacramentos é tão temível para o demónio como um dragão montado num corcel, de olhos chispantes, armado com a sua couraça, o sabre e as pistolas, diante de um inimigo desarmado: a sua simples presença obriga-o a fazer meia volta e fugir. Mas, se desmontar do cavalo e abandonar as armas, imediatamente o inimigo o derruba, o esmaga aos pés e o domina. [...] Um cristão que reza e que frequenta os sacramentos com as necessárias disposições é mais temível para o demónio que este dragão de que vos falei [...].
Porquê? Porque os sacramentos nos dão tanta força para perseverarmos na graça de Deus que nunca se viu um santo afastar-se dos sacramentos e perseverar na amizade com Deus; e a razão é que foi nos sacramentos que encontraram todas as forças para não se deixarem vencer pelo demónio. Quando rezamos, Deus dá-nos amigos, enviando-nos, ora um santo, ora um anjo, para nos consolar [...] e fazendo-nos sentir a sua graça com mais abundância, para nos fortalecer e nos encorajar. Nos sacramentos, porém, não é um santo nem um anjo, é Ele próprio que vem aniquilar o nosso inimigo com os seus raios. Ao vê-lo no nosso coração, o demónio precipita-se desesperadamente nos abismos; é precisamente por isso que o demónio faz tudo quanto pode para nos afastar deles e nos levar a profaná-los. Sim, meus irmãos, quando uma pessoa frequenta os sacramentos, o demónio perde por completo o seu poder.




