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quarta-feira, 30 de maio de 2018

A OBRA QUE AGRADA A DEUS - Santo Antão




A OBRA QUE AGRADA A DEUS
- Sentença dos escritos de Santo Antão -


A obra pela qual o homem pode agradar a Deus é a lei e a obra da caridade. 

Ela é a boa vontade, que perfeitissimamente agrada a Deus. 

Cumpre-a aquele que incessantemente louva a Deus com pensamentos puros, que produzem a memória de Deus e a memória dos bens que Ele nos prometeu, e que em nós cumpriu por obras, e de sua grandeza. Da memória destas coisas se origina no homem aquele amor perpétuo que nos foi prescrito:
"Amarás o Senhor teu Deus 
de todo o teu coração, 
de toda a tua alma, 
e com toda a tua força".

Está também escrito:

"Como a corça que suspira pelas águas da torrente, 
assim minha alma suspira por vós, ó Senhor".

Assim é necessário que cumpramos para com o Senhor esta obra e esta lei, para que em nós se cumpra aquela sentença do Apóstolo:
"Quem poderá separar-nos do amor de Cristo? 
Certamente nem as tribulações, 
nem as tristezas, nem a fome, 
nem a nudez, nem as angústias, 
nem a espada, nem o fogo".

S. Antão 

Créditos: Cristianismo.org.br

sexta-feira, 21 de março de 2014

Santo Antão - A Obra que agrada a Deus



A OBRA QUE AGRADA A DEUS
- Sentença dos escritos de Santo Antão -


A obra pela qual o homem pode agradar a Deus é a lei e a obra da caridade.

Ela é a boa vontade, que perfeitissimamente agrada a Deus.

Cumpre-a aquele que incessantemente louva a Deus com pensamentos puros, que produzem a memória de Deus e a memória dos bens que Ele nos prometeu, e que em nós cumpriu por obras, e de sua grandeza. Da memória destas coisas se origina no homem aquele amor perpétuo que nos foi prescrito:
"Amarás o Senhor teu Deus 
de todo o teu coração, 
de toda a tua alma, 
e com toda a tua força".

Está também escrito:

"Como a corça que suspira pelas águas da torrente, 
assim minha alma suspira por vós, ó Senhor".

Assim é necessário que cumpramos para com o Senhor esta obra e esta lei, para que em nós se cumpra aquela sentença do Apóstolo:
"Quem poderá separar-nos do amor de Cristo? 
Certamente nem as tribulações, 
nem as tristezas, nem a fome, 
nem a nudez, nem as angústias, 
nem a espada, nem o fogo".


Santo Antão


Fonte: Cristianismo.org
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