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sábado, 28 de junho de 2014

Para rezar o Santo Terço

"Quando nos decidimos a rezar o terço, temos de avivar a Fé de que vamos falar com Nossa Senhora que está presente, que nos escuta e nos ama. Começamos por dirigir-Lhe a conhecida saudação do Anjo: Ave Cheia de Graça. Alegramo-nos com Ela e felicitamo-La porque Deus todo poderoso, o Senhor do universo, o Único que pode fazer as pessoas verdadeiramente felizes, A ama infinitamente: o Senhor é convosco. E por esta razão, Ela é bendita entre as mulheres. Mas, não somente Ela é feliz por sentir em Si, ao vivo, a amizade de Deus; também o é Aquele que há de nascer d'Ela: e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus."

Padre Antônio Maria Martins, S. J., Mensagem de Fátima - Fátima e o Corpo Místico.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

O culto Eucarístico - São Pedro Julião Eymard


São Pedro Julião Eymard

O fim da Sociedade é ainda render a Jesus no Santíssimo Sacramento o culto de honra maior, mais santo e mais litúrgico possível.

Culto maior, pelo serviço solene de Exposição onde Jesus é honrado como o Rei imortal dos séculos, a quem toda honra e glória são devidas.

Ante esse sol de amor tudo se eclipsa. Ante o Rei, o ministro não recebe distinções. Ante o Mestre insigne, o servo desaparece.

Tudo quanto há de precioso, de belo, de nobre, deve honrar o Trono divino de Jesus, Senhor único de tudo. E, viesse a Sociedade a possuir todos os diamantes, todo o ouro, todas as coroas do mundo, só deveria ver nisto tudo o privilégio de poder tudo consagrar à glória do Mestre, já que tudo Lhe pertence.

Culto mais santo

O corpo também deve adorar o Deus da Eucaristia e Lhe render suas homenagens exteriores.

Homenagens de respeito, tendo-se modesta e convenientemente em Sua divina Presença, evitando tudo aquilo que não se permitiria em presença dum personagem ilustre, dum soberano.

Homenagens de piedade, cumprindo com grande espírito de fé e de amor as cerimônias externas, genuflexões, prostrações, reverências prescritas, porque constituem os atos exteriores de adoração do coração e a profissão pública de Fé.

Homenagens públicas de virtudes. Honrando por toda a parte o Mestre, quer em público, quer em particular, quer nas ruas, quer nos templos; adorando-O, prostrado, quando Ele passa levado em Viático, ou quando reina no Trono. E por toda a parte o Rei e Deus do nosso coração, da nossa vida.

Culto mais litúrgico

A Igreja, sempre inspirada pelo Espírito Santo, regrou o culto devido ao Seu divino Esposo, Jesus Cristo, no Santíssimo Sacramento, e que por si, constitui o culto de verdade e de santidade agradável a Deus.

A Igreja, ciosa da honra e da glória do seu Rei, regulou os mínimos pormenores do Seu culto, porque tudo é grande, tudo é divino em se tratando do Seu serviço.

O dever maior, quer da Sociedade, quer da totalidade dos seus membros, é, portanto, estudar as rubricas, os cerimoniais da Igreja e, seguindo-os com exata fidelidade, fazer com que os fiéis, por sua vez, os observem e amem. Honrando desta forma a divina Eucaristia, honro-O a em união com a Santa Igreja, em união com os Seus santos. Rendo-Lhe, então, com a Igreja, uma só e mesma homenagem, presto-Lhe um só e mesmo culto enquanto os Seus méritos suprem minha indignidade, e a Ssua perfeição, minha fraqueza. Meu culto então torna-se verdadeiramente católico.

Servirá ainda para expiar as irreverências e culpas sem número que cometi nos santos lugares. Servirá para reparar as profanações, os sacrilégios incessantemente cometidos contra este Sacramento por tantos ímpios e maus cristãos.

Será um protesto contra a incredulidade, uma profissão pública de nossa Fé e vocação pela maior glória de Jesus. Hóstia de amor e de louvor.

(A Divina Eucaristia, volume III)

Fonte: Apostolado Beata Imelda & Eucaristia

quinta-feira, 12 de junho de 2014

A tentação do cansaço - São Josemaria Escrivá

Quero prevenir-te a respeito de uma dificuldade que talvez possa apresentar-se: a tentação do cansaço, do desalento. - Não está ainda fresca na tua memória uma vida - a tua - sem rumo, sem meta, sem sal, que a luz de Deus e a tua entrega endireitaram e encheram de alegria? - Não troques bobamente isto por aquilo. (Forja, 286)

Se notas que não és capaz - seja por que motivo for -, diz-Lhe, abandonando-te nEle: - Senhor, confio em Ti, abandono-me em Ti, mas ajuda a minha fraqueza!

E, cheio de confiança, repete-Lhe: - Olha para mim, Jesus, sou um trapo sujo; a experiência da minha vida é tão triste, não mereço ser teu filho. Diz-Lhe isso..., e dize-o muitas vezes.

- Não tardarás em ouvir a sua voz: “Ne timeas!” - não temas! Ou também: “Surge et ambula!” - levanta-te e anda! (Forja, 287)

Comentavas-me, ainda indeciso: - Como se notam esses tempos em que o Senhor me pede mais!

Só me ocorreu recordar-te: - Garantias-me que a única coisa que querias era identificar-te com Ele; então, por que resistes? (Forja, 288)

Oxalá saibas cumprir esse propósito que fizeste: “Morrer um pouco para mim mesmo, em cada dia”. (Forja, 289)
Fonte: Página Mensagens de São Josemaria Escrivá

sábado, 7 de junho de 2014

Comentário do Evangelho do dia (03/06) feito por São Cirilo de Alexandria





(380-444), bispo, doutor da Igreja
Comentário sobre o Evangelho de S. João, 4,2 (trad. do breviário, III semana do Tempo Pascal, rev.)

«Segundo o poder que Lhe deste sobre toda a Humanidade, (…) dê [o Filho] a vida eterna a todos os que Lhe entregaste»

«Eu morro por todos, diz o Senhor, para que todos tenham a vida por meu intermédio; Eu morro para resgatar a carne de todos pela minha Carne. A morte morrerá na minha morte e, juntamente comigo, ressuscitará a natureza humana do letargo em que caíra. Com esse fim Me tornei semelhante a vós, um homem autêntico da descendência de Abraão, para ser em tudo semelhante aos meus irmãos (cf Heb 2,17)». […] Ora, o poder daquele que tinha o império da morte e, por conseguinte, a mesma morte, nunca poderiam ser aniquilados se Cristo não Se tivesse oferecido a Si mesmo por nós: foi imolado um só em redenção por todos, porque sobre todos reinava a morte. Cristo, oferecendo-Se por nós a Deus Pai como sacrifício imaculado, afirma num Salmo: «Não quiseste sacrifícios nem oblações, mas preparaste-Me um corpo. Não Me pediste holocaustos nem sacrifícios pelos pecados. Então, Eu disse: Eis-Me aqui.» (Sl 40,7-8; Heb 10,5-7). […]

Que Cristo tivesse oferecido a sua carne pela vida do mundo podemos reconhecê-lo por aquelas palavras que disse: «Pai Santo, guarda-os!». E logo a seguir: «Por eles Me santifico» (Jo 17,11.19) […], isto é, consagro-Me, ofereço-Me como sacrifício imaculado de suave perfume (cf Ef 5,2; Gn 8,21). Com efeito, tudo o que era oferecido sobre o altar era santificado ou chamado santo. Cristo, portanto, deu o seu corpo em sacrifício pela vida de todos e assim nos foi comunicada de novo a vida por meio dele. […] Depois que habitou na carne, o Verbo vivificante de Deus restituiu à carne o seu próprio bem, ou seja, a vida. 
 
Créditos: Evangelho Quotidiano

Comentário do Evangelho do dia (02/06) feito por São Rafael Arnaiz Barón



(1911-1938), monge trapista espanhol
Escritos espirituais, 20/01/1937

«Anunciei-vos estas coisas para que, em Mim, tenhais a paz»

«Senhor Meu Deus, vejo como me é preciso ter paciência; porque esta vida é cheia de contradições. Jamais estará isenta de dores e de lutas, faça eu o que fizer para ter paz. – E é assim, meu filho; mas Eu não quero que procures uma paz sem tentações para vencer, sem contrariedades para sofrer. Acredita, ao contrário, que terás encontrado a paz quando tiveres sido trabalhado por muitas tribulações, e tentado por muitas contrariedades» («Imitação de Cristo», 3,12) […].

Como nos enganamos, por vezes, os que procuramos a verdadeira paz de Deus! […] É que, com frequência, o que procuramos não é a paz de Deus, mas a paz do mundo. […] Quando o mundo procura a paz, concebe-a assim: silêncio, quietude, amor sem lágrimas, muito egoísmo camuflado. O homem procura essa paz para descansar, para não sofrer; procura a paz dos homens, a paz sensível, aquela paz que o mundo representa num claustro sob o sol, com ciprestes e pássaros; aquela paz sem tentações e sem cruz. […]

Hoje bendigo do mais fundo da minha alma este Deus que me ama tanto. […] Ele ama-me com as minhas misérias, os meus pecados, as minhas lágrimas e as minhas alegrias; Ele quer-me nessa paz de que nos fala Thomas de Kempis [em «A Imitação»]. […] Como Deus é grande! A paz da minha alma é a paz daquele que nada espera de ninguém. O que a alma espera neste mundo é apenas o desejo de viver unida à sua vontade; e essa espera é serena, na paz, apesar do triste cansaço de não ver ainda a Deus. Acompanhá-Lo na cruz custa por vezes lágrimas abundantes. Considerar que ainda temos uma vontade própria, tantas misérias, defeitos, pecados, não pode deixar de nos causar desgosto. […] Tudo é combate, dor, mas Jesus está no centro, pregado numa cruz, e encoraja a alma a prosseguir. No meio da batalha que deixamos no mundo, está Jesus, de rosto sereno, dizendo-nos: «Quem Me segue não andará nas trevas» (Jo 8,12). 
 
Créditos: Evangelho Quotidiano

Comentário do Evangelho do dia (01/06) feito por São João Crisóstomo




(c. 350-407)
Sobre a Ascensão, §§ 16-17

«A Ascensão de Cristo, vosso Filho, é a nossa esperança: tendo-nos precedido na glória, para aí nos chama como membros do seu Corpo» (da oração colecta)


Deus e os homens tornaram-se uma só raça, e é por isso que São Paulo afirma: «somos da raça de Deus» (Act 17,29); e, noutra passagem: «somos o corpo de Cristo e cada um, pela sua parte, é um membro» (1Cor 12,27). Quer dizer, pela carne que Ele assumiu, nós tornámo-nos sua parentela e temos assim, graças a Ele, uma dupla garantia: no Céu, a carne que de nós tomou; na Terra, o seu Espírito Santo que em nós permanece. […] Porque nos havemos de admirar de que o Espírito Santo esteja ao mesmo tempo connosco e no Céu, quando o corpo de Cristo está tanto à direita do Pai quanto connosco na Terra? O Céu recebeu o seu sagrado corpo, e a Terra o Espírito Santo. Depois de nos ter trazido o Espírito Santo com a sua Encarnação, Ele levou o nosso corpo para o Céu na sua Ascensão. […] Tal é o plano divino, grandioso e surpreendente! Como disse o salmista: «Senhor, nosso Deus, como é admirável o vosso nome em toda a terra!» (Sl 8,2) […]

A divindade foi, assim, elevada. Como é dito expressamente, «Elevou-Se à vista deles» (Act 1,9) Aquele que em tudo é poderoso: o Deus forte, o poderoso Senhor, «o grande Rei de toda a terra» (Sl 47 [46],3). Grande Profeta (Dt 18,15-19), Sumo Sacerdote (Heb 7,26; 8,1), Luz verdadeira (Jo 1,9), Ele é grande em tudo, não só na sua divindade, mas também na sua carne, pois Se tornou Sumo Sacerdote e poderoso Profeta. E como? Escutai o que diz a Escritura: «uma vez que temos um grande Sumo Sacerdote que atravessou os céus, Jesus Cristo, o Filho de Deus, conservemos firme a fé que professamos» (Heb 4,14). Então, se Ele é Sumo Sacerdote e Profeta, é bem certo que «surgiu entre nós um grande profeta e Deus visitou o seu povo» (Lc 7,16). E se Ele é Sumo Sacerdote, grande Profeta e Rei, também é Luz dos povos: «Galileia dos gentios, o povo que andava nas trevas, viu uma grande luz» (Is 8,23-9,1; Mt 4,15-16). Temos, pois, o Fiador da nossa vida no Céu, para onde Ele, que é Cristo, nos levou consigo. 
Créditos: Evangelho Quotidiano
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