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quarta-feira, 14 de maio de 2014

“Senhor, com o teu auxílio, lutarei” - São Josemaria Escrivá




O cântico humilde e gozoso de Maria, no Magnificat , lembra-nos a infinita generosidade do Senhor para com os que se fazem como crianças, para com os que se abaixam e sinceramente se sabem nada. (Forja, 608)

Não nos esqueçamos de que santo não é o que não cai, mas o que se levanta sempre, com humildade e com santa teimosia. Se no livro dos Provérbios se comenta que o justo cai sete vezes por dia (Cfr. Prv 24, 16), tu e eu – pobres criaturas – não devemos admirar-nos nem desanimar com as nossas misérias pessoais, com os nossos tropeços, porque continuaremos avante se procurarmos a fortaleza nAquele que nos prometeu: Vinde a mim todos os que andais fatigados com trabalhos e cargas, e eu vos aliviarei (Mt 11, 28). Obrigado, Senhor, quia tu es, Deus, fortitudo mea (Sl 42, 2), porque foste sempre Tu, e só Tu, meu Deus, a minha fortaleza, o meu refúgio e o meu apoio.

Se desejas verdadeiramente progredir na vida interior, sê humilde. Recorre com constância, confiadamente, à ajuda do Senhor e de sua Mãe bendita, que é também tua Mãe. Com serenidade, tranquilo, por muito que doa a ferida ainda não cicatrizada do teu último resvalo, abraça de novo a cruz e diz: Senhor, com o teu auxílio, lutarei para não me deter, responderei fielmente aos teus apelos, sem temor às encostas empinadas, nem à aparente monotonia do trabalho habitual, nem aos cardos e aos seixos do caminho. Sei que sou assistido pela tua misericórdia e que, no fim, acharei a felicidade eterna, a alegria e o amor pelos séculos infinitos. (Amigos de Deus, 131)
 
 
Fonte: Página Mensagens de São Josemaria Escrivá

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A verdadeira eficácia do trabalho é o amor que a dá - São Josemaria Escrivá



Gosto muito de repetir - porque tenho experimentado bem a sua mensagem - aqueles versos pouco artísticos, mas muito gráficos: Minha vida é toda amor; / e em amor sou entendido, / foi pela força da dor, / pois ninguém ama melhor / que quem muito haja sofrido. Ocupa-te dos teus deveres profissionais por Amor. Faz tudo por Amor - insisto - e comprovarás as maravilhas que produz o teu trabalho, precisamente porque amas, embora tenhas de saborear a amargura da incompreensão, da injustiça, da ingratidão e até do próprio fracasso humano. Frutos saborosos, sementes de eternidade!
 
Amigos de Deus, 68 - São Josemaria Escrivá
Fonte: Página Salvem a Liturgia

A Eucaristia, necessidade do nosso coração

 
 
São Pedro Julião Eymard

"Porque está Jesus Cristo na Eucaristia? Tal pergunta, se pode ter muitas respostas, tem no entanto uma que a todas resume: Jesus Cristo está na Eucaristia porque nos ama e quer que nós o amemos. O Amor, eis a razão de ser da instituição da Eucaristia.

Sem ela, o Amor de Jesus Cristo seria apenas um Amor de Morte, passado, esquecido dentro em breve – e isso sem culpa de nossa parte. Só a Eucaristia satisfaz plenamente as leis e as exigências do amor. Jesus Cristo, dando-nos nela provas de Amor infinito, tem direito de ser nela amado.

Ora, o amor natural, tal qual Deus pôs nos corações, requer três coisas. A presença ou sociedade de vida, a comunhão de bens, a união perfeita.

I

A ausência é a aflição, o tormento da amizade. O afastamento diminui e, ao ser prolongado, dissipa a mais forte amizade. Estivesse Nosso Senhor ausente, afastado, o amor que lhe temos passaria, em virtude do efeito dissolvente dessa mesma ausência. É da essência, da natureza do amor humano reclamar, para viver, a presença do objeto amado.

Olhai para os pobres Apóstolos, enquanto Nosso Senhor jaz no túmulo, para os discípulos de Emaús, que confessam terem quase perdido a fé. Não gozam mais da presença do divino Mestre.
Ah! Não nos tivesse Nosso Senhor deixado outro legado de seu Amor senão Belém e o Calvário e quão depressa o teríamos esquecido! Que indiferença! O amor quer ver, ouvir, conversar, apalpar.

Nada substitui o ente querido, nem lembrança, nem dons, nem retratos; nada disso tem vida. E quão bem sabia Nosso Senhor que nada poderia tomar seu lugar, pois carecemos dele mesmo. Não nos basta então sua palavra? Não, já não vibra, já não ouvimos as tocantes expressões dos lábios do Salvador. E seu Evangelho? É um testamento. E o Sacramentos, não dão ele Vida? Só o autor da Vida poderia entretê-la em nós. E a Cruz? Ah! Sem Jesus quão triste é! E a esperança? Sem Jesus é uma agonia. Os protestantes têm tudo isso e quão frio e quão glacial é o protestantismo!

Poderá então Jesus reduzir-nos a um estado tão triste, qual o de viver e combater sozinhos? Ah! Sem Jesus, presente entre nós, seríamos por demais desgraçados. Exilados, sós no mundo, obrigados a privar-nos dos bens, das consolações terrestres, enquanto aos mundanos é dado satisfazerem todos os seus desejos, a vida se tornaria insuportável.

Mas com a Eucaristia! Com Jesus em nosso meio, quantas vezes sob o mesmo teto, dia e noite, a todos acessível, a todos esperando na sua morada sempre aberta; admitindo as crianças, chamando-as com acentuada predileção, a vida torna-se menos amarga. É o pai amoroso, rodeado dos filhos. É a vida de sociedade com Jesus.

E que sociedade, quanto nos engrandece e nos eleva! E quão fáceis são as relações de sociedade, de recurso ao Céu, a Jesus Cristo em pessoa! Convivência suave, simples, familiar e íntima, assim Ele a quis.

II

O amor quer comunhão de bens, quer tudo possuir em comum. Quer partilhar da felicidade e da infelicidade. É-lhe natural, instintivo dar, dar com alegria, com júbilo. E com que profusão, que prodigalidade concedera Jesus Cristo, no Santíssimo Sacramento, seus merecimentos, suas graças, sua própria glória! Que desvelo em dar, sem jamais recusar!

Dá-se a si mesmo, a todos e a todo momento, espalhando pelo mundo as Hóstias consagradas para que todos os seus filhos as recebam. No deserto, dos cinco pães multiplicados, sobraram doze cestas cheias, e todos deles participaram.

Jesus-Eucaristia quereria envolver o mundo na sua nuvem sacramental, fecundar os povos com essa água vivificante, que, depois de ter desalterado e reconfortado o último de seus eleitos, se perderá no oceano eterno. Ah! Jesus-Hóstia é nosso, todo nosso!

III

O amor tende essencialmente à união entre os amantes, à fusão de dois seres num só ser, de dois corações num só coração, de dois espíritos num só espírito, de duas almas numa só alma (...)

Jesus submete-se a essa lei de amor por Ele mesmo estabelecida. Depois de ter compartilhado do nosso estado e de nossa vida, dá-se-nos ele na comunhão, incorporando-nos a Ele.

União, cada vez mais perfeita e mais íntima, das almas, segundo a maior ou menor vivacidade dos desejos. "In me manet, et ego in eo". Permanecemos nele e Ele em nós. Fazemos um só com Ele, até consumir-se no Céu, na união eterna e gloriosa, a união inefável, começada na terra pela graça e aperfeiçoada pela Eucaristia.

O amor vive, pois, com Jesus presente no Santíssimo Sacramento do altar, compartilha de todos os bens de Jesus, une-se a Jesus e assim satisfazem-se as exigências de nosso coração, que mais não pode pedir".


FONTE: São Pio V
Créditos: O Segredo do Rosário

Remédios para curar a impureza - Santo Antônio Maria Claret





1- De manhã e a noite pede a Mãe da Pureza , a santíssima Virgem, esta preciosa jóia , saudando-a para esse fim com 3 Ave Marias.

2- Logo que tiveres algum pensamento impuro, despreza-o imediatamente e dize a Maria: Virgem Santíssima , valei-me, assisti-me.

3- Aparta-te das más companhias, de bailes e galanteios; nem pelas capas hás de tocar em livros ou papéis desonestos, não olhes para pinturas , estampas ou outros objetos provocativos, e , sobre tudo ,guarda-te de fazer acenos ou ações escandalosas .

4- Veste com modéstia, come e bebe com temperança, não profiras palavras indecentes, não escutes nem acompanhes más conversas, e não dês liberdade a teus olhos.

5- Lembra-te que DEUS te vê, e que tem poder para tirar-te a vida aqui mesmo e lançar-te aos infernos, como aconteceu, entre outros a Onão, que morreu no ATO de cometer um pecado desonesto e SE CONDENOU.

6- Frequentar os Santos Sacramentos


Livro: O CAMINHO RETO
(Santo Antônio Maria Claret)

Fonte: O Segredo do Rosário

A morte de Jesus é nossa vida

  Reflexões sobre a morte de Jesus Cristo e a nossa
Santo Afonso Maria de Ligório


A morte de Jesus é nossa vida.

 
 
Escreve S. João que nosso Redentor, antes de expirar, inclinou a cabeça: “E tendo inclinado a cabeça, entregou seu espírito” (Jo. 19,30). Inclinou a cabeça para significar que aceitava a morte, com plena submissão, das mãos de seu Pai, a quem prestava humilde obediência. “Humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Fl. 2,8). Jesus, estando na cruz com os pés e as mãos nela cravados, não tinha liberdade de mover outra parte do corpo além da cabeça. Diz S. Atanásio que a morte não ousava tirar a vida ao autor da vida e por isso foi preciso que ele mesmo, inclinando a cabeça (única parte que podia mover), chamasse a morte para que viesse tirar-lhe a vida (Qu. 6 Antioc.). Referindo-se a isso, diz S. Ambrósio que S. Mateus, falando da morte de Jesus, escreve: “Jesus, porém, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito” (Mt. 27,50), para significar que Jesus não morreu por necessidade ou por violência dos carrascos, mas porque o quis espontaneamente, para salvar o homem da morte eterna a que ele estava condenado.


Isso já tinha sido predito pelo profeta Oséias: “Eu os livrarei das mãos da morte, eu os resgatarei da morte. Ó morte, eu serei a tua morte; ó inferno, eu serei a tua mordedura” (Os. 13,14). Os santos padres S. Jerônimo, S. Agostinho, S. Gregório e o próprio S. Paulo, como veremos brevemente, aplicam este texto literalmente a Jesus Cristo, que com sua morte nos livrou das mãos da morte, isto é, o inferno, onde se sofre uma morte eterna. No texto hebraico, como notam os intérpretes, em vez da palavra morte, está a palavra “sceol”, que significa inferno. Como se explica que Jesus Cristo foi a morte da morte? “Serei tua morte, ó morte!” Porque nosso Salvador com sua morte veio destruir a morte a nós devida pelo pecado. Por isso escreve o Apóstolo: “Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado” (1Cor. 15,54). O Cordeiro divino Jesus, com sua morte, destruiu o pecado, que era a causa da nossa morte, e esta foi a vitória de Jesus, pois que ele, morrendo, tirou do mundo o pecado e, conseqüentemente, nos livrou da morte eterna a que estava sujeito até então todo o gênero humano. A isso corresponde aquele outro texto do Apóstolo: “Para que pela morte destruísse aquele que tinha o império da morte, isto é, o demônio” (Hb. 2,14). Jesus destruiu o demônio, isto é, destruiu o poder do demônio, o qual em razão do pecado tinha o império da morte, a saber, tinha o poder de dar a morte temporal e eterna a todos os filhos de Adão, contaminados pelo pecado. E esta foi a vitória da cruz, na qual morrendo Jesus, que é o autor da vida, com a sua morte recuperou-nos a vida. Por isso canta a Igreja: “A vida suportou a morte e pela morte produziu a vida”. Isso tudo foi obra do amor divino, que como sacerdote sacrificou ao Eterno Pai a vida de seu Filho unigênito pela salvação dos homens. E assim canta igualmente a Igreja: “O amor, qual sacerdote, imola os membros do corpo sacrossanto”. S. Francisco de Sales exclamou: “Consideremos este divino Salvador estendido sobre a cruz, como sobre seu altar de amor, onde vai morrer por amor de nós. Ah, por que não nos lançamos também em espírito sobre a cruz, para morrer com ele, que quis morrer por amor de nós?” Sim, meu doce Redentor, eu abraço a vossa cruz e a ela abraçado quero viver e morrer, beijando sempre com amor vossos pés chagados e transpassados por mim.


FONTE: São Pio V

“Maria está junto de ti” - São Josemaria Escrivá



Não estás só. – Aceita com alegria a tribulação. – Não sentes na tua mão, pobre criança, a mão da tua Mãe: é verdade. – Mas... não tens visto as mães da terra, de braços estendidos, seguirem os seus meninos quando se aventuram, temerosos, a dar os primeiros passos sem ajuda de ninguém? – Não estás só; Maria está junto de ti. (Caminho, 900)

Dá alegria verificar que a devoção à Virgem está sempre viva, despertando nas almas cristãs o impulso sobrenatural de se comportarem como domestici Dei, como membros da família de Deus.

Estou certo de que cada um de nós, ao ver nestes dias como tantos cristãos exprimem de mil formas diferentes o seu carinho pela Virgem Santa Maria, se sentirá também mais dentro da Igreja, mais irmão de todos os seus irmãos. É como uma reunião de família, em que os filhos já adultos, que a vida separou, voltam a encontrar‑se junto de sua mãe por ocasião de uma festa. E se uma vez ou outra discutiram entre si e se trataram mal, naquele dia é diferente; naquele dia sentem‑se unidos, reconhecem‑se todos no afeto comum.
 
 Maria edifica continuamente a Igreja, reúne‑a, mantém‑na coesa. É difícil ter uma devoção autêntica à Virgem e não sentir‑se mais vinculado aos outros membros do Corpo Místico e mais unido à sua cabeça visível, o Papa. Por isso gosto de repetir: Omnes cum Petro ad Iesum per Mariam!, todos, com Pedro, a Jesus por Maria! (É Cristo que passa, 139).
 
 
Fonte: Blog Opus Dei

A santidade é para todos - Textos de São Josemaria Escrivá




O único modelo
O grande segredo da santidade reduz-se a parecer-se cada vez mais com Ele, que é o único e amável Modelo.
Forja, 752

Manifesta-se em factos
A santidade pessoal não é uma enteléquia, mas uma realidade concreta, divina e humana, que se manifesta constantemente em factos diários de Amor.
Forja, 440

Nas coisas pequenas
A santidade "grande" consiste em cumprir os "pequenos deveres" de cada instante.
Caminho, 817

Escolhidos desde toda a eternidade
Todos os que aqui estamos fazemos parte da família de Cristo, porque Ele mesmo nos escolheu antes da criação do mundo, por amor, para sermos santos e imaculados diante dele, o qual nos predestinou para sermos seus filhos adoptivos por meio de Jesus Cristo para sua glória, por sua livre vontade Ef 1, 4-5). Esta escolha gratuita de que Nosso Senhor nos fez objecto, marca-nos um fim bem determinado: a santidade pessoal, como S. Paulo nos repete insistentemente: haec est voluntas Dei: sanctificatio vestra (1 tes 4, 3), esta é a vontade de Deus: a vossa santificação. Portanto, não nos esqueçamos: estamos no redil do Mestre, para alcançar esse fim.
Amigos de Deus, 2

Acabar bem as tarefas
A santidade compõe-se de heroísmos. Por isso, no trabalho pede-se-nos o heroísmo de rematar bem as tarefas que nos cabem, dia após dia, embora se repitam as mesmas ocupações. Se não, não queremos ser santos!
Sulco, 529

O santo não nasce, faz-se
É bem certo que se trata de um objectivo elevado e árduo. Mas não se esqueçam de que o santo não nasce: forja-se no jogo contínuo da graça divina e da correspondência humana. Um dos escritores cristãos dos primeiros séculos adverte, referindo-se à união com Deus: Tudo o que se desenvolve começa por ser pequeno. Ao alimentar-se gradualmente, com constantes progressos, é que chega a ser grande. Por isso te digo que, se quiseres portar-te como um cristão coerente - sei que estás disposto a isso, embora te custe tantas vezes vencer-te ou puxar por esse pobre corpo - deves ter muito cuidado com os mais pequenos pormenores, porque a santidade que Nosso Senhor te exige atinge-se realizando com amor de Deus o trabalho e as obrigações de cada dia, que se compõem quase sempre de pequenas realidades.
Amigos de Deus, 7

O que é imprescindível
Santo, sem oração?!... - Não acredito nessa santidade.
Caminho, 107

A santidade está na luta, em saber que temos defeitos e em procurar heroicamente evitá-los.
A santidade - insisto - está em superar esses defeitos..., mas morreremos com defeitos: se não, já to disse, seríamos uns soberbos.
Forja,312

No trabalho
As tarefas profissionais - também o trabalho do lar é uma profissão de primeira ordem - são testemunho da dignidade da criatura humana; ocasião de desenvolvimento da própria personalidade; vínculo de união com os outros; fonte de recursos; meio de contribuir para a melhoria da sociedade em que vivemos, e de fomentar o progresso da humanidade inteira...
Para um cristão estas perspectivas alongam-se e ampliam-se ainda mais, porque o trabalho - assumido por Cristo como realidade redimida e redentora - se converte em meio e em caminho de santidade, em tarefa concreta santificável e santificadora.
Forja, 702

Fonte: Blog São Josemaria Escrivá. Fundador do Opus Dei
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